terça-feira, 31 de julho de 2012

E...porque não ler estas histórias de TERROR..!


Maria Augusta, a  VERDADEIRA "LOIRA DO BANHEIRO

É difícil encontrar no Brasil alguém que não conheça a história da "loira do banheiro".
A personagem que assombra a imaginação de quem estudas nas escolas do país, seria Maria Augusta, filha do visconde Franciscus D'A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal.
Os boatos são de que ela aparece nos banheiros para os alunos.
Filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratingetá e de sua segunda esposa, Amélia Augusta Cazal, Maria Augusta nasceu no ano de 1866 e teve uma infância privilegiada e um requintado estudo em sua casa, cujas terras ultrapassavam os limites da atual Rua São Francisco.
Sua beleza encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Paraíba.
Naquela época, a política dos casamentos não levava em conta os sentimentos dos jovens, pois os casamentos eram "arranjados" levando-se em conta na realidade, os interesses dos pais.
Uma nítida conotação de transação simplesmente econômica ou meramente política, teria levado o Visconde de Guaratinguetá a unir no dia 1 de Abril de 1879 sua filha Maria Augusta com apenas quatorze anos de idade com um ilustre conselheiro do Império, Dr. Francisco Antônio Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que a bela jovem.
Como era previsível, surgiram divergências entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, devido também à sua pouca idade, fazendo com que os pensamentos e ideais dos casal fossem diferentes.
Devido à esses problemas, Maria Augusta deixa a companhia do Marido em são Paulo e foge para a Europa na companhia de um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, passando a residir em Paris na Rua Alphones de Neuville.
Maria Augusta assume definitivamente a alta sociedade parisiense abrilhantando bailes com sua beleza, elegância e juventude.
Maria Augusta prolonga sua estada na França até que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade vem a falecer, sendo que para alguns, devido à Pneumonia, e para outros a causa foi a Hidrofobia.
Diz a história, que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu.Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.
Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.
Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: Eterno Amor Maternal.Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a constução da capela.
O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.
Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual.
Alguma pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio.
Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.
Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris).
Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.
No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.
Diz a história
 que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu.Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.
Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.
Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: Eterno Amor Maternal”.Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a constução da capela.
O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.
Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual.
Alguma pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio.
Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.
Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.
Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris).
Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.
 Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves em Guaratinguetá, local onde foi feito o velório de Maria Augusta, e onde foi relatado sua primeira aparição como a "Loira do Banheiro".
No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.

Por isso, cuidado quando estiver só em um banheiro de uma escola, principalmente às altas horas da noite!


 lla Llorona

é uma das mais famosas lendas mexicanas. Assim como no Brasil, existem várias versões do mito, Sendo que a mais difundida é a que remota do século XVI, quando os moradores da Cidade do México se refugiavam em suas moradas durante a noite. Isto se dava, especialmente, com os moradores da antiga Ienochtitlan, suas portas e janelas e todas as noites eram acordados com o pranto de uma mulher que andava sob a luz do luar, chorando ( daí o nome que significa A Chorona ). Este fato teria se repetido durante muito tempo.

  Aqueles que tentaram averiguar a causa do pranto, durante as noites de lua cheia, disseram que a claridade lhes permitia ver apenas uma espessa neblina rente ao solo e aquilo se parecia com uma mulher vestida de branco, com um véu a cobrir o rosto, percorrendo a cidade em todas as direções - sempre se detendo na Plaza Mayor, onde ajoelhava-se voltada para o Oriente, e em seguida, levantava-se para continuar sua ronda. Ao chegar às margens do lago Texcoco desaparecia. Poucos homens arriscaram-se a aproximar-se do espectro fantasmagórico- aqueles que o fizeram sofreram com espantosas revelações ou morreram.
  Outras variantes deste mito dizem que

*A origem verdadeira da lenda é de origem mexicali e narra que esta misteriosa mulher era a deusa Cihuacóatl, que vestia-se com roupas da nobreza pré-columbiana e da conquista do México, gritava: " Oh, meus filhos! onde os levarei, para que não acabe por perdê-los ? " e realizava augúrios terríveis.

*Uma versão diz que a Chorona era a alma de Malinche, penando por trair os mexicanos durante a Conquista do México.

* Outra relata a tragédia de mulher rica e ganaciosa que,  enviuvando-se, perdeu a riqueza e, não suportando a miséria, afogou seus filhos e matou-se, mas retornou para pecar por seus crimes.

*Seria, por outra, uma jovem apaixonada que morrera um dia antes de casar-se e, trazia para seu noivo um buquê de rosas, que nunca chegou a entregar.

* Uma variante relata que seria uma esposa morta na ausência do marido, a quem voltaria para dar um beijo de despedida.

* Diz, ainda outra versão, que essa mulher foi assassinada pelo marido e aparecia para lamentar sua morte e protestar sua inocência.

* Outra variante diz que ela foi uma princesa inca que tinha se apaixonado por um soldado espanhol. Eles viveram um grande romance e tiveram um filho. Para ele era um filho bastardo, e casou-se com outra. A princesa então afogara a criança, e o arrependimento por seu crime a fizera morrer.

* Já outra versão, baseada na versão Venezuelana, diz que este seria o espírito de uma mulher que após descobrir as traições do marido teria tido um surto de loucura e afogado os próprios filhos. Após tomar consciência do que fizera, ela teria se matado. E agora, ela vaga pelas estradas punindo com a morte os homens infiéis

dDAMA DE VERMELHO
Sem dúvida, essa personagem é uma das mais misteriosas e intrigantes. As lendas a seu respeito são um pouco incertas, mas vou tentar juntar todas as peças desse quebra- cabeça sombrio.
 Muitos dizem por aí que ela é o próprio demônio hebreu, Lilith. Que seduz os homens e os mata. Isso faz sentido porque Lilith odeia os homens; mesmo assim, muitos idiotas a idolatram sem saberem disso. Há inclusive um ritual sexual ( meio que, baseado em sadamazoquismo )   para invocá-la. No ritual, aconselha-se que os homens não o façam, a menos que explorem seu lado feminino.
Aqui nesse meu site, vou postar em breve um pouco mais sobre Lilith, o demônio que muitos góticos ingênuos evocam, por brincadeira. Mas, por hora, falaremos sobre essa linda dama, que infelizmente, não é a Megan Fox, como eu sonho.
A dama de vermelho é também conhecida como a Dama da meia-noite e se confunde, muitas vezes com a não menos famosa, Mulher de Branco.
Segundo a lenda, ela é uma jovem muito bonita que aparece pedindo carona nas estradas, ou para os homens quando estes estão a sair de um bar. Ela os convencê a levá-los até " sua casa ". Quando o motorista se depara com um grande muro, ela pede para ele parar o carro e desce. Confuso, o motorista pergunta se ela tem certeza de que quer parar ali. Sorrindo, ela diz que ali é sua casa e o convida a entrar. Ele pensa se tratar de uma brincadeira, então, num piscar de olhos a bela dama desaparece.
Há algumas versões que dizem que a dama de vermelho foi uma mulher da vida, que morreu numa estrada, próximo ao bar em que trabalhava. Nesse caso, ela pediria carona, na tentativa de voltar pra casa, mas desapareceria na metade do caminho, assustando o motorista de tal forma que este, sofreria um acidente de carro, podendo morrer.
Há uma outra versão popular, que conta que uma mulher que perdeu seu bebê em um acidente, disse que estava disposta a tudo para tê-lo de volta. Apareceu-lhe então uma dama de vermelho, que prometeu-lhe devolver seu filho, se em troca, ela matasse um outro bebê da mesma idade que seu filho. A mulher aceitou, e a dama trouxe seu filho de volta, mas no mesmo corpo descomposto, assim, a mulher obteve seu filho, mas em corpo em grande estado de decomposição. Essa Dama concederia desejos as pessoas, em troca, delas cometerem delitos, para assim ganhar suas almas e divertir-se as suas custas, já que os pedidos realizados não eram bem como a pessoa imaginava. Daí, a ideia de que ela seria Lilith, já que os demônios agem de forma semelhante

A SINHÁ
Há mais de 200 anos, havia uma fazenda de café na região de Barra Velha, no município de Ilhabela, litoral norte de São Paulo. O dono desta fazenda era um velho coronel aposentado, de índole questionável, e casado com uma mulher bem mais jovem que ele.
Depois do almoço, o coronel tinha o hábito de tirar um cochilo, e nesta hora, a Sinhá se encaminhava para o meio do matagal que rodeava a fazenda para se banhar na cachoeira, que ficava a curta distância da propriedade de seu marido.
No século XVIII, as fazendas de café funcionavam baseadas no trabalho escravo e os negros, propriedades dos barões, eram marcados com argolas de ferro no nariz ou nos calcanhares. Isso para garantir que não fugiriam ou se passariam por alforriados, ainda raros nesta época.
E eis que um dos escravos da fazenda a qual nos referíamos, mais rebelde, encontrava-se justamente próximo à cachoeira quando a Sinhá se aproximou para o banho. Tirou a roupa e, completamente nua, pôs-se a se refrescar debaixo d’água.
Tomado de desejo e após um tempo observando aquela bela silhueta se banhando, o escravo não agüentou e se revelou perante a Sinhá. E sem dizer nada, avançou em sua direção e abusou dela, saciou-se de seu desejo à força, contra a vontade da Sinhá.
Quando ela colocava a roupa para ir embora, chorando e muito assustada, foi que o escravo se deu conta do que havia feito. E temendo um castigo mais duro do seu cruel senhor, pegou um pedaço de pau e bateu com toda a força na cabeça da Sinhá, pelas costas, perfurando o crânio dela.
O escravo empurrou o corpo da Sinhá para a água e fugiu mata adentro, com medo de ser descoberto pelo coronel e nunca mais foi visto. O corpo desapareceu na cachoeira e nenhum vestígio da Sinhá foi encontrado.
Hoje, dizem os que ousaram se banhar na cachoeira, é que bem ao longe, dá pra ouvir os gritos e as súplicas da Sinhá, desesperada, gritando por socorro. Dizem também que é possível escutar o escravo, que apesar de continuar desaparecido, parece continuar vivendo na mata próxima a cachoeira

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