quarta-feira, 15 de agosto de 2012

brinquedos bizarros

Confira aqui uma lista com brinquedos um tanto assustadores!
e ainda tem pais que compram,eu mesmo conheço uma menina que tem.por incrível que pareça essa criança vive atormentada e é super rebelde e desobediente e  tem um tanto de maldade com os coleguinhas,diz que ganhou de presente de uma tia,que tia
Hem?............................................
Quem nunca ouviu a história da boneca da xuxa ou do fofão? Esta matéria conta um pouco da história dos bonecos e traz uma experiência para vc realizar e descobrir se ele esta "vivo"
Os bonecos desde a antiguidade mexiam com a imaginação das pessoas, pela sua aparência e formato humano. Qu
As crianças estão entrando por caminhos um tanto, diferenciados! Um pouco mais cedo, meninas grávidas..um tanto mais cedo, marginais! Tanto se fala de pulseirinhas do sexo, ou da influência da internet na criação e conscientização das crianças e adolescentes hoje em dia..mas por outro lado, e não sei se longe ou perto da nossa realidade, até os brinquedos estão sofrendo mutações. Na hora da fabricação, o que se passa na cabeça do criador…algum recado, desejo, sonho, perversão? É pra gerar educação, diversao? Pra criança, ou pro criador? Da pra entender porque cada vez mais cedo, estão gerando loucuras..ou participando delas. De bonecas que dizem “te amo”, a bonecas que podem ser depiladas; de cachorrinho que balança a cabeça a gato que solta o intestino; de ursinho de pelúcia que toca música, a um urso porta-drogas.  Tem brinquedo ai que serve pra voodoo. Aonde esse mundo vai parar? Vai parar?
Esqueça aquelas bonecas louras, risonhas e bochechudas...
Esses aqui fabricam bonecas em homenagem aos filmes de terror e góticos e devem meter medo nas crianças.
     


Para quem interessar em comprar uma desta boneca..., saiba que todas acompanham a data e hora da
morte e o atestado de óbito. Muito
Don Julian costumava dizer que era assombrado pelo fantasma de uma menina que se afogou em um dos canais ao redor da ilha. Alguns dizem que

 ele costumava pescar as bonecas da água, como se fossem crianças reais, mas a verdade é que ele estava coletando e colocando-os em torno de sua casa como um santuário para o espírito que o atormentava. Ironicamente, em 2001, Don Julian Santana foi encontrado morto por seu sobrinho, no mesmo canal que ele disse que a menina tinha se afogado. Agora sua "La Isla de la Bonecas" é uma das atrações mais estranhas do mundo turístico. Alguns turistas que visitaram este lugar dizem ouvir o sussurro bonecas e você deve oferecer-lhes um presente ao pisar na ilha, para apaziguar os espíritos.




terça-feira, 31 de julho de 2012

E...porque não ler estas histórias de TERROR..!


Maria Augusta, a  VERDADEIRA "LOIRA DO BANHEIRO

É difícil encontrar no Brasil alguém que não conheça a história da "loira do banheiro".
A personagem que assombra a imaginação de quem estudas nas escolas do país, seria Maria Augusta, filha do visconde Franciscus D'A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal.
Os boatos são de que ela aparece nos banheiros para os alunos.
Filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratingetá e de sua segunda esposa, Amélia Augusta Cazal, Maria Augusta nasceu no ano de 1866 e teve uma infância privilegiada e um requintado estudo em sua casa, cujas terras ultrapassavam os limites da atual Rua São Francisco.
Sua beleza encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Paraíba.
Naquela época, a política dos casamentos não levava em conta os sentimentos dos jovens, pois os casamentos eram "arranjados" levando-se em conta na realidade, os interesses dos pais.
Uma nítida conotação de transação simplesmente econômica ou meramente política, teria levado o Visconde de Guaratinguetá a unir no dia 1 de Abril de 1879 sua filha Maria Augusta com apenas quatorze anos de idade com um ilustre conselheiro do Império, Dr. Francisco Antônio Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que a bela jovem.
Como era previsível, surgiram divergências entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, devido também à sua pouca idade, fazendo com que os pensamentos e ideais dos casal fossem diferentes.
Devido à esses problemas, Maria Augusta deixa a companhia do Marido em são Paulo e foge para a Europa na companhia de um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, passando a residir em Paris na Rua Alphones de Neuville.
Maria Augusta assume definitivamente a alta sociedade parisiense abrilhantando bailes com sua beleza, elegância e juventude.
Maria Augusta prolonga sua estada na França até que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade vem a falecer, sendo que para alguns, devido à Pneumonia, e para outros a causa foi a Hidrofobia.
Diz a história, que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu.Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.
Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.
Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: Eterno Amor Maternal.Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a constução da capela.
O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.
Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual.
Alguma pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio.
Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.
Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris).
Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.
No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.
Diz a história
 que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu.Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.
Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.
Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: Eterno Amor Maternal”.Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a constução da capela.
O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.
Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual.
Alguma pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio.
Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.
Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.
Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris).
Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.
 Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves em Guaratinguetá, local onde foi feito o velório de Maria Augusta, e onde foi relatado sua primeira aparição como a "Loira do Banheiro".
No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.

Por isso, cuidado quando estiver só em um banheiro de uma escola, principalmente às altas horas da noite!


 lla Llorona

é uma das mais famosas lendas mexicanas. Assim como no Brasil, existem várias versões do mito, Sendo que a mais difundida é a que remota do século XVI, quando os moradores da Cidade do México se refugiavam em suas moradas durante a noite. Isto se dava, especialmente, com os moradores da antiga Ienochtitlan, suas portas e janelas e todas as noites eram acordados com o pranto de uma mulher que andava sob a luz do luar, chorando ( daí o nome que significa A Chorona ). Este fato teria se repetido durante muito tempo.

  Aqueles que tentaram averiguar a causa do pranto, durante as noites de lua cheia, disseram que a claridade lhes permitia ver apenas uma espessa neblina rente ao solo e aquilo se parecia com uma mulher vestida de branco, com um véu a cobrir o rosto, percorrendo a cidade em todas as direções - sempre se detendo na Plaza Mayor, onde ajoelhava-se voltada para o Oriente, e em seguida, levantava-se para continuar sua ronda. Ao chegar às margens do lago Texcoco desaparecia. Poucos homens arriscaram-se a aproximar-se do espectro fantasmagórico- aqueles que o fizeram sofreram com espantosas revelações ou morreram.
  Outras variantes deste mito dizem que

*A origem verdadeira da lenda é de origem mexicali e narra que esta misteriosa mulher era a deusa Cihuacóatl, que vestia-se com roupas da nobreza pré-columbiana e da conquista do México, gritava: " Oh, meus filhos! onde os levarei, para que não acabe por perdê-los ? " e realizava augúrios terríveis.

*Uma versão diz que a Chorona era a alma de Malinche, penando por trair os mexicanos durante a Conquista do México.

* Outra relata a tragédia de mulher rica e ganaciosa que,  enviuvando-se, perdeu a riqueza e, não suportando a miséria, afogou seus filhos e matou-se, mas retornou para pecar por seus crimes.

*Seria, por outra, uma jovem apaixonada que morrera um dia antes de casar-se e, trazia para seu noivo um buquê de rosas, que nunca chegou a entregar.

* Uma variante relata que seria uma esposa morta na ausência do marido, a quem voltaria para dar um beijo de despedida.

* Diz, ainda outra versão, que essa mulher foi assassinada pelo marido e aparecia para lamentar sua morte e protestar sua inocência.

* Outra variante diz que ela foi uma princesa inca que tinha se apaixonado por um soldado espanhol. Eles viveram um grande romance e tiveram um filho. Para ele era um filho bastardo, e casou-se com outra. A princesa então afogara a criança, e o arrependimento por seu crime a fizera morrer.

* Já outra versão, baseada na versão Venezuelana, diz que este seria o espírito de uma mulher que após descobrir as traições do marido teria tido um surto de loucura e afogado os próprios filhos. Após tomar consciência do que fizera, ela teria se matado. E agora, ela vaga pelas estradas punindo com a morte os homens infiéis

dDAMA DE VERMELHO
Sem dúvida, essa personagem é uma das mais misteriosas e intrigantes. As lendas a seu respeito são um pouco incertas, mas vou tentar juntar todas as peças desse quebra- cabeça sombrio.
 Muitos dizem por aí que ela é o próprio demônio hebreu, Lilith. Que seduz os homens e os mata. Isso faz sentido porque Lilith odeia os homens; mesmo assim, muitos idiotas a idolatram sem saberem disso. Há inclusive um ritual sexual ( meio que, baseado em sadamazoquismo )   para invocá-la. No ritual, aconselha-se que os homens não o façam, a menos que explorem seu lado feminino.
Aqui nesse meu site, vou postar em breve um pouco mais sobre Lilith, o demônio que muitos góticos ingênuos evocam, por brincadeira. Mas, por hora, falaremos sobre essa linda dama, que infelizmente, não é a Megan Fox, como eu sonho.
A dama de vermelho é também conhecida como a Dama da meia-noite e se confunde, muitas vezes com a não menos famosa, Mulher de Branco.
Segundo a lenda, ela é uma jovem muito bonita que aparece pedindo carona nas estradas, ou para os homens quando estes estão a sair de um bar. Ela os convencê a levá-los até " sua casa ". Quando o motorista se depara com um grande muro, ela pede para ele parar o carro e desce. Confuso, o motorista pergunta se ela tem certeza de que quer parar ali. Sorrindo, ela diz que ali é sua casa e o convida a entrar. Ele pensa se tratar de uma brincadeira, então, num piscar de olhos a bela dama desaparece.
Há algumas versões que dizem que a dama de vermelho foi uma mulher da vida, que morreu numa estrada, próximo ao bar em que trabalhava. Nesse caso, ela pediria carona, na tentativa de voltar pra casa, mas desapareceria na metade do caminho, assustando o motorista de tal forma que este, sofreria um acidente de carro, podendo morrer.
Há uma outra versão popular, que conta que uma mulher que perdeu seu bebê em um acidente, disse que estava disposta a tudo para tê-lo de volta. Apareceu-lhe então uma dama de vermelho, que prometeu-lhe devolver seu filho, se em troca, ela matasse um outro bebê da mesma idade que seu filho. A mulher aceitou, e a dama trouxe seu filho de volta, mas no mesmo corpo descomposto, assim, a mulher obteve seu filho, mas em corpo em grande estado de decomposição. Essa Dama concederia desejos as pessoas, em troca, delas cometerem delitos, para assim ganhar suas almas e divertir-se as suas custas, já que os pedidos realizados não eram bem como a pessoa imaginava. Daí, a ideia de que ela seria Lilith, já que os demônios agem de forma semelhante

A SINHÁ
Há mais de 200 anos, havia uma fazenda de café na região de Barra Velha, no município de Ilhabela, litoral norte de São Paulo. O dono desta fazenda era um velho coronel aposentado, de índole questionável, e casado com uma mulher bem mais jovem que ele.
Depois do almoço, o coronel tinha o hábito de tirar um cochilo, e nesta hora, a Sinhá se encaminhava para o meio do matagal que rodeava a fazenda para se banhar na cachoeira, que ficava a curta distância da propriedade de seu marido.
No século XVIII, as fazendas de café funcionavam baseadas no trabalho escravo e os negros, propriedades dos barões, eram marcados com argolas de ferro no nariz ou nos calcanhares. Isso para garantir que não fugiriam ou se passariam por alforriados, ainda raros nesta época.
E eis que um dos escravos da fazenda a qual nos referíamos, mais rebelde, encontrava-se justamente próximo à cachoeira quando a Sinhá se aproximou para o banho. Tirou a roupa e, completamente nua, pôs-se a se refrescar debaixo d’água.
Tomado de desejo e após um tempo observando aquela bela silhueta se banhando, o escravo não agüentou e se revelou perante a Sinhá. E sem dizer nada, avançou em sua direção e abusou dela, saciou-se de seu desejo à força, contra a vontade da Sinhá.
Quando ela colocava a roupa para ir embora, chorando e muito assustada, foi que o escravo se deu conta do que havia feito. E temendo um castigo mais duro do seu cruel senhor, pegou um pedaço de pau e bateu com toda a força na cabeça da Sinhá, pelas costas, perfurando o crânio dela.
O escravo empurrou o corpo da Sinhá para a água e fugiu mata adentro, com medo de ser descoberto pelo coronel e nunca mais foi visto. O corpo desapareceu na cachoeira e nenhum vestígio da Sinhá foi encontrado.
Hoje, dizem os que ousaram se banhar na cachoeira, é que bem ao longe, dá pra ouvir os gritos e as súplicas da Sinhá, desesperada, gritando por socorro. Dizem também que é possível escutar o escravo, que apesar de continuar desaparecido, parece continuar vivendo na mata próxima a cachoeira

segunda-feira, 16 de julho de 2012

aqui estou postando algumas fotos que tirei no passeio ao cemitério da consolação eu e família 15-07-2012 espero que gostem!!

Para quem não tem medo, esta é um passeio muito bacana!Tipo......Mais que um cemitério, o espaço é um acúmulo de obras de artes, túmulos e estátuas que são verdadeiros monumentos! Porém, junto com tanta grandiosidade, beleza e mausoléus, também há túmulos mal-conservados e que dão medo, dando ares aterrorizantes ao cemitério!Durante a Virada Cultural, o Cemitério Consolação ganha outra cara e vira espaço de passeata e de apresentações de filmes de terror durante a madrugada.
É o cemitério de São Paulo com maior número de celebridades enterradas, como Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Monteiro Lobato.
AQUI A ENTRADA PRINCIPAL
Cemitério da Cansolação/SP
O final do século XIX e início do século XX foi um período bastante profícuo para a arte tumular brasileira, por reunir, ao mesmo tempo, famílias com recursos financeiros e disposição para construir túmulos suntuosos e artistas de grande talento que aqui moravam, principalmente italianos.
Hoje em dia,  a arte da escultura em túmulos praticamente acabou. Outro fator que leva a presença cada vez mais escassa de túmulos monumentais, é o alto custo dos materiais como o mármore, ferro e bronze, além da quase inexistência de artistas que se dediquem a este tipo de trabalho. Daí a importância em lutar para preservar estas obras de arte que ainda subsistem espalhadas pelos cemitérios, começando com o reconhecimento de seu inestimável valor estético.
Eu e minha familia,..que dia frio.!!!.....

avistamos o tumulo da família matarazzo, um lindo monumento  No Cemitério da Consolação é o mais alto mausoléu da América do Sul, pertencente à família Matarazzo, situado na quadra 82. Em estilo pós-renascentista é um colosso que ocupa 16 terrenos, numa área com mais de 100 metros quadrados. Construído com blocos de granito,
E esta é minha mâe a FANTASMAGÓRICA autora deste blog

minha mãe segurando a espada 
do túmulo de Prudente de Moraes
Marquesa de SantosTúmulo(cemitério da consolação sp) da famosa Marquesa de Santos, a paulista Maria Domitila de Castro Canto e Melo, Viscondessa de Castro, que doou os recursos financeiros para construir o Cemitério da Consolação inaugurado em 1858.
Assim, acabaram os sepultamentos que causavam problemas anti-higiênicos no interior das antigas igrejas, e instalaram-se os cemitérios públicos, que foram bem aceitos pela população.
 Domitila de Castro a  Marquesa de Santos
Ela viveu quase 70 anos, só 10% desse tempo foi amante do imperador d.pedro I, o que mais essa mulher fascinante fez da vida? Ah.. muuuuitas coisas. Envolvimento na sociedade paulistana, sarais que fizeram história, além de outros relacionamentos amorosos pouco comentados.UM POUCO DA HISTÓRIA
O que a princípio era apenas um certo interesse por uma bela dama paulista, foi se transformando num apaixonado romance, de acordo com os cronistas da época e, D. Pedro I, logo após de ser aclamado Imperador do Brasil, deixou de lado uma certa discrição que tinha inicialmente e tornou público, de forma ostensiva, seu romance com Domitília de Castro, que apresentou à Corte no Rio de Janeiro, dando-lhe o título de Marquesa de Santos.
A vida amorosa do Imperador D. Pedro I foi tão confusa quanto a pública. Ele teve ao todo 18 filhos. Casou-se duas vezes e teve várias amantes (a marquesa de Santos, a francesa Noémi Thierry, a Maria Benedita Bonfim (*), a uruguaia María del Carmen García, a francesa Clémence Saisset e a monja portuguesa Ana Augusta).
(*) - Maria Benedita de Castro Canto e Melo, primeira e única baronesa de Sorocaba, nasceu em Santos a 18 de Dezembro de 1792 e morreu no  Rio de Janeiro a 5 de Março de 1857. Foi a esposa de Boaventura Delfim Pereira, o barão de Sorocaba, e amante do Imperador D. Pedro I. Era irmã de Domitília de Castro e Canto Melo, a marquesa de Santos, também amante do Imperador.
Teve com o imperador um filho, Rodrigo Delfim Pereira, que foi registado como filho de Delfim Pereira, mas reconhecido por D. Pedro I, ainda que não de forma oficial.
Domitila de Castro Canto e Melo, nasceu no dia 27 de Dezembro de 1797, em São Paulo. Foi amante oficial do de D. Pedro I, e exerceu grande influência durante o Primeiro Reinado. Foi designada primeira dama da Imperatriz D. Maria Leopoldina.
Recebeu do imperador, com quem teve cinco filhos, o título de Marquesa de Santos numa provocação a José Bonifácio de Andrada que pertencia a uma família santista. Enfrentou séria oposição na Corte mesmo depois de nomeada camarareira-mor da imperatriz. Sua influência manteve-se até a morte da Imperatriz, em 1826.
Marquesa imperial brasileira, a mais famosa amante do Imperador D. Pedro I, à qual concedeu os títulos nobiliárquicos de Viscondessa e, depois, de Marquesa de Santos. Filha de um coronel reformado, João de Castro Canto e Melo, primeiro Visconde de Castro, e de Dona Escolástica Bonifácio de Toledo Ribas, casou-se em 1813, com o alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça  Mudou-se para Vila Rica ES, onde nasceram seus dois primeiros filhos, Francisca e Felício. Deixou o marido e voltou para a casa dos pais, depois que violento alferes a esfaqueou, em 1815, apesar de estar grávida de seu 3º filho. Deu a luz a uma criança baptizada com o nome de João e que faleceu poucos meses depois. O casamento foi anulado por interferência real em 1819. Pouco antes da proclamação da Independência do Brasil, numa viagem a São Paulo, o Príncipe regente conheceu-a e a levou-a para a Corte, onde ela viveria por sete anos, de 1822 a 1829, junto ao paço de São Cristóvão, num palacete que o Imperador lhe deu de presente, adaptado e decorado pelo artista Francisco Pedro do Amaral. Recebeu o título de Viscondessa de Santos, em 1825 e Marquesa em 1826. Dessa ligação nasceram cinco filhos, dos quais só duas filhas chegaram à idade adulta. Isabel Maria Alcântara Brasileira, nascida no Rio de Janeiro RJ, em 23 de Maio de 1824, e que recebeu o título de Duquesa de Goiás, a preferida de D. Pedro I, que recomendou-a em testamento aos cuidados da imperatriz Maria Amélia. Essa filha teve educação esmerada em colégios em Paris e Munique, casou-se em 1843 com Ernesto Fichler, Conde de Treuberg, e deixou numerosa descendência. Maria Isabel II de Alcântara Brasileira, só teve o reconhecimento da paternidade nas vésperas da morte do Imperador. O relacionamento foi rompido em 1829 mas herdou um grande património. Quando voltou para São Paulo e passou a viver maritalmente com Rafael Tobias de Aguiar, um dos homens mais ricos da região e destacado político liberal, com quem teve seis filhos e posteriormente se casou em 1842. Ficou viúva em 1857 e muito rica, dedicou-se na velhice a obras de beneficência. Faleceu vítima de enterocolite
EM 3 DE Novembro de 1867e foi sepultada no Cemitério da Consolação, cujas terras tinham sido doadas por ela.

CARTA DE D.PEDRO I A SUA AMANTE -DOMITILA DE CASTRO -marqueza de santos
“Minha filha, remeto-te como em sinal de paz esses lírios brancos produzidos nesta minha chácara.
Eu muito estimarei que eles sejam por ti recebidos, conhecendo ao mesmo tempo em que o meu amor por ti é me compele a oferecer-los.
Aceita-os, filha, e com eles o coração que sempre foi teu e que existe dentro do meu peito.
Deste teu filho, amante e amigo verdadeiro e fiel até a morte.”Pedro

Mausoléu Imperial com as criptas e despojos de Dom Pedro I- Imperador do Brasil

No subsolo do Monumento à Indepência
Encontra-se o Mausoléu Imperial
com as criptas e despojos de Dom Pedro I
 e da princesa Leopoldina, erigido no mesmo
 local onde D. Pedro I
proclamou a independência.
Na lápide está escrito:
- D. Pedro I Fundador do Império

 1º Imperador Constitucional e
 Defensor Perpétuo do Brasil e
28º Rei de Portugal (1798 -1834)
São Paulo - SP/Brasil

TUMULO MONTEIRO LOBATO

Monteiro Lobato- José Renato MonteiroLobato

Conheça um pouco mais sobre a vida e as obras de um dos maiores escritores de todos os tempos, adorado pelas crianças, Monteiro Lobato.
Quem não conhece o famoso Sitio do pica-pau amarelo, não sabe o que é uma obra de Monteiro Lobato que percorreu varia gerações.
Uma linda obra onde tudo era magico, onde existia uma boneca de pano falante, um sabugo de milho que andava, um jacaré chamado de Cuca que era a vilã da história, um saci que fazia travessuras, entre muitos outros personagens.
Para quem não se lembra ou para quem deseja conhecer um pouco mais sobre Monteiro Lobato, nó s vamos falar um pouco mais sobre ele.
Nascido em Taubaté no dia 18 de abril  no ano de 1882, foi um dos mais importantes escritores do século XX. Suas obras ficaram conhecidas pela literatura infantil brasileira, justamente porque metade de sua produção é destinada ao publico infantil.
Monteiro Lobato teve um carreira brilhante e uma das obras mais conhecidas que virou seriado e também desenho animado foi “O sitio do pica-pau amarelo”. Monteiro Lobato faceleu em 4 de julho de 1948

TUMULO MARIO DE ANDRADE
.tumulo mário de andrade
Túmulo de Mário de Andrade, com uma escultura de Brecheret.nesse cemitério, como Monteiro Lobato, Campos Sales e marquesa de Santos. Por isso, escultores de renome foram chamados para ornamentarem esses jazigos, como Victor Brecheret, Bruno Giorgi e Rodolfo Bernardelli.

Mário Raul de Moraes Andrade nasceu em São Paulo, em 09 de outubro de 1893. Ele usou Mário Sobral como seu pseudônimo. Teve seu primeiro contato com a modernidade na Exposição de Anita Malfatti.
     Em 1921 foi apresentado ao público por Oswald de Andrade através do artigo "Meu poeta futurista".
     Participou da Semana de Arte Moderna em São Paulo, de 13 à 18 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo, em 1922.
     Mario de Andrade apoiou a Revolução de 30, defendendo o Nacionalismo Musical. E foi também contra o Estado Novo.
     Coberto de reconhecimento pelo papel de vanguarda que desempenhou em três décadas, Mário de Andrade morreu em São Paulo SP em 25 de fevereiro de 1945, em sua casa, por causa de um enfarte do miocárdio.






Túmulo de-Manuel Ferraz de Campos Sales(Campinas, 15 de fevereiro de 1841Santos, 28 de junho de 1913) foi um advogado e político brasileiro, terceiro presidente do estado de São Paulo, de 1896 a 1897 e o quarto presidente da República, entre 1898 e 1902.Campos Sales recebeu o apelido de Campos Selos, por causa do imposto do selo, sendo vaiado ao deixar a presidência também por causa de sua política de ajuste financeiro que incluíra a retirada de circulação de papel-moeda, o que dificultou o consumo interno e o comércio, política econômica essa que fora mal compreendida pela população brasileira.
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Um conjunto escultural muito tocante é, sem dúvida, a obra “Lenda Grega” de autoria do artista Nicolla Rollo, que representa a tragédia do casal Orfeu e Eurídice.Orfeu era o músico lendário, filho da musa Calíope, que enternecia até as feras com a sua música, um cantor maravilhoso e que tocava divinamente a lira e a cítara, instrumento este cuja invenção lhe é atribuída. Ao ouví-lo cantar, as feras o seguiam, as árvores se inclinavam em sua direção e até os homens mais irascíveis se acalmavam.
Orfeu participou da famosa expedição dos Argonautas. Durante a viagem, apaziguava as ondas com sua música e, com ela, conseguiu até anular o efeito do hipnótico canto das sereias e salvar o navio.A cena esculpida por Nicolla Rollo mostra Orfeu tangendo a sua lira, com a qual encantava os animais e as plantas,tentando trazer à vida.---------------------------------------------------------------------------------------------................................................................................................................................................................











tem no topo cinco conjuntos estatuários de bronze, de autoria de Luigi Brizzolara, exibindo, uma
pompa difícil de achar até em monumentos de praças públicas. O império Matarazzo entrou em decadência, sua fábrica de Água Branca virou ruína, a mansão na Avenida Paulista veio abaixo, mas o mausoléu da família está lá inteiro, como uma pirâmide de faraó, perpetuando um período de grandeza
 e poderio econômico que não existe mais.
E esta é minha mãe a fantasmagórica autora deste blog

quarta-feira, 11 de julho de 2012

ARTES EM TÚMULOS-agora em ferias um passeio cultural



Entre as obras de arte mais importantes no Cemitério da Consolação está “Sepultamento” (Mise au tombeau) (Quadra 6A – terreno 09), de autoria do escultor paulista Victor Breccheret, que está sobre o jazigo de Olívia Guedes Penteado (patronesse do movimento modernista) Olívia Guedes Penteado (Campinas, 12 de março de 1872São Paulo, 9 de junho de 1934) foi uma grande incentivadora do modernismo no Brasil e amiga de artistas-chave do movimento, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Heitor Villa-Lobos. Era tia da mecenas Yolanda Penteado.Olívia conheceu os amigos modernistas em Paris, onde morava, e trouxe para o Brasil pela primeira vez exemplares da obra de Pablo Picasso e Marie Laurencin, entre outros. Olívia Penteado criou o Salão de Arte Moderna, a partir de 1923, quando voltou a morar no país. A obra esculpida em granito, com 2,26 metros de altura e 3,65 de comprimento, é datada de 1923, e garantiu ao autor um prêmio no Salão de Outono de Paris, também em 1923. Na peça Brecheret esculpiu em granito uma Pietà,

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Arte Tumular


Túmulo da família Cantarella, de Alfredo Oliani: O último adeus.
De Alfredo Oliani, destaca-se o conjunto escultórico Último adeus, considerada uma das obras mais instigantes da arte cemiterial na cidade de São Paulo. A obra foi encomendada por Maria Cantarella, por ocasião da morte do marido, Antônio. Representa um homem no vigor da idade inclinando-se sobre a esposa morta, em um apaixonado beijo de despedida. Oliani buscou atender ao pedido da viúva, de uma escultura que celebrasse abertamente o seu amor pelo marido - reconhecendo-o como vivo em sua memória e a ela mesma morta, sem a sua companhia


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Victor Brecheret

Placa que identifica o túmulo extremamente simples de um dos mais importantes escultores brasileiros (italiano de nascimento).
Brecheret é autor do Monumento às Bandeiras, da Graça (Galeria Prestes Maia), do Fauno (Parque Trianon) e de várias obras para túmulos de cemitérios paulistanos. Próximo ao seu, está, de sua autoria, Os Anjos no túmulo da Família Scuracchio.
Necrópole São Paulo
Victor Brecheret (Farnese, 22 de fevereiro de 1894São Paulo, 17 de dezembro de 1955) foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do país. É responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira. Sua figura ficou marcada pela boina que costumava vestir, ressaltando uma imagem tradicional do "artista".
Nascido "Vittorio Breheret" (sem a letra 'c' no sobrenome) numa pequena localidade não distante de Roma, filho de Augusto Breheret e Paolina Nanni, esta última falecida quando o pequeno Vittorio tinha apenas seis anos de idade. Foi abrigado pela família do tio materno, Enrico Nanni, e com sua família emigrou para o Brasil ainda na infância.
No Brasil, tornou-se "Victor Brecheret" e já com mais de trinta anos de idade recorreu à Justiça para inscrever seu registro nascimento tardiamente no Registro Civil do Jardim América (município de São Paulo). Assim Brecheret consolidava a sua nacionalidade brasileira, embora tivesse nascido na Itália. Este tipo de "regularização" era muito comum entre imigrantes italianos na primeira metade do século XX no Brasil.
 Fundador da escola modernista brasileira de escultura. Cursa o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e estuda arte em Roma de 1913 a 1919.
É influenciado pelos escultores Ivan Mestrovic, croata, Auguste Rodin e Emile-Antoine Bourdelle, franceses. De volta ao Brasil cria a medalha comemorativa do centenário da independência.
Continua expondo na Europa e ganha prêmio, em 1921, no Salão de Outono, em Paris. Liga-se a Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti e Menotti del Picchia e ajuda a fundar o movimento modernista.
Victor Brecheret Expõe 20 esculturas na Semana de Arte Moderna de 1922. No ano seguinte realiza o Monumento às Bandeiras, por encomenda do governo de São Paulo.
Em 1951 é premiado como o melhor escultor nacional na 1ª Bienal de São Paulo. Com uma obra de cunho nacionalista, na última década de vida funde a arte indígena com o abstracionismo europeu. Em sua produção destacam-se Ídolo (1921), Depois do Banho (1945), O Índio e Sasuapara (1951). Morre em São Paulo.em 18 de dezembro de 1955.Aqui uma de suas obras muito conhecida 
Criado por Vitor Brecheret, o Monumento às Bandeiras, é uma das obras mais conhecidas da cidade de São Paulo. Sua localização privilegiada, próxima do Parque do Ibirapuera e da Assembleia Legislativa do Estado.
A estrutura, por sua vez, entregue a cidade em 1954. Ao todo, mais de 16 metros de altura por cinquenta de comprimento.


Eva - Primeira obra que Victor Brecheret fez para a cidade de São Paulo. A peça, premiada em Roma em 1919, é tida como a primeira manifestação relacionada com a Semana de Arte Moderna de 1922. A escultura apresenta um tratamento naturalista da anatomia e uma contida dramaticidade que se expressa através de torções do corpo e de volumes trabalhados em luz e sombras acentuadasFicha técnica:
Autoria: Victor Brecheret 
Dimensões: mármore 1,17m de comprimento
Data de realização: 1919